Como será a Madeira depois das eleições?

Campanha Eleitoral na Madeira
As eleições na Madeira aproximam-se, apoiadas num o debate político de enorme qualidade. Os nossos heróis – candidatos da esquerda e da direita disputando um lugar na história do maior sufoco financeiro da Região – batem-se com clareza, transparência e frontalidade em busca do argumento perfeito que destrone o adversário.

No entanto, numa campanha eleitoral, só percebe o que se passa… quem não quer.

Assim, no momento em que ainda ninguém sabe o que vai acontecer à Madeira e aos Madeirenses… em que ainda ninguém sabe se haverá ou não despedimentos na função pública… em que ainda ninguém sabe se o seu ordenado vai ser cortado em 5, 10 ou 20%… em que ainda ninguém sabe qual é mesmo o valor da dívida e se serão os madeirenses a pagá-la… em que ainda ninguém sabe se vai haver um novo Hospital e, já agora, um velho… em que ainda ninguém sabe se vai pagar para usar os túneis e as vias rápidas…  em que ainda ninguém sabe se os transportes públicos são para manter ou para mudar… em que ainda ninguém sabe se as viagens ao continente vão continuar a ser subsidiadas… em que ainda ninguém sabe a proposta da oposição para estas questões ou se a oposição tem uma proposta que seja… agora que ainda ninguém sabe o que vai ser do futebol profissional sem o patrocínio do Governo Regional… em que ainda ninguém sabe se a Universidade da Madeira tem a qualidade devida… em que ainda ninguém sabe a segurança social que vai ter… em que ainda ninguém sabe se os impostos vão continuar a ser mais baixos do que no continente… em que ainda ninguém sabe se a banana é a fruta do futuro… em que ainda ninguém sabe para onde caminha o turismo da Madeira… em que ainda ninguém sabe como a Região vai fomentar a criação de emprego e o crescimento das empresas… em que ainda ninguém sabe qual a estratégia económica para os próximos, digamos, 4 anos… num momento em que ainda ninguém sabe se a Madeira tem futuro… os madeirenses exigem saber:

“Como vai ser, se proibirem as bombinhas no Carnaval?”


TUDO O RESTO

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